FANDOM


lveWikiEsboço Esboço
Esta página é considerada um esboço pelo editor. Existem dois motivos para isto:
- Informações podem estar faltando, ou elas não estão confirmadas e com referência ou o último editor não à considerou como tendo informações básicas suficiente.
- Erros de gramática podem ser encontrados, sendo necessário uma revisão.

WikiAviso Todas as informações sobre este planeta são consideradas desatualizadas, uma vez que são da época de lançamento do primeiro jogo, StarCraft II: Wings of Liberty. Com o lançamento das campanhas seguintes (Heart of the Swarm e Legacy of the Void) e do pacote de missões, acontecimentos importantes desenvolveram à história da franquia a ponto de o planeta e suas característica terem sido alterados. A versão da wiki em inglês oferece informações sobre tais acontecimentos para quem esteja interessado nesse primeiro momento.

O planeta gelado de Braxis tem a merecida reputação de ser um dos mais inóspitos locais do setor Koprulu. Mais de 60% deste planeta rochoso é coberto com uma camada de gelo que, em algumas regiões, chega a ter 3 quilômetros de espessura. Milhares de anos de erosão glacial formaram uma rede intrincada de desfiladeiros e montanhas pontiagudas pela superfície do lugar. Nessas áreas, correntes violentas de ar frio alcançam mais de 300km/h.

Apesar das condições desfavoráveis, Braxis possui um longo histórico de colonização que começou na era de ouro da expansão protoss. Quando a antiga raça começou a se aventurar através dos confins do setor Koprulu, o gelado mundo se tornou uma de suas primeiras conquistas, logo batizada de Khyrador. Considerada um símbolo da conquista espacial da raça, Khyrador se tornou abrigo do cristal Uraj, um artefato sagrado dado aos protoss pelos xel'naga. O Uraj, no entanto, foi abandonado depois que uma série de violentas tempestades psiônicas assolou o planeta e espantou os colonos. O lugar permaneceu deserto por séculos até cair nas mãos da Confederação, quando passou a ser chamado de Braxis. Com a queda da Confederação, a Supremacia tomou o controle do mundo gelado que logo se tornou um dos cenários principais da Guerra das Castas.

Braxis se tornou um passo vital na missão de dominar o setor, o que forçou a União Terrestre a protegê-lo com uma barricada orbital. Na época, as tropas da Supremacia em Braxis já encaravam fortes investidas de tropas protoss apoiadas pela Rainha das Lâminas. No intuito de recuperar o cristal Uraj, estes aliados improváveis conseguiram derrubar as defesas da Supremacia e cumpriram sua missão. Ao passar pelo cerco, o Uraj foi transportado para Shakuras para ser utilizado em conjunto com outro artefato xel'naga, Khalis, na tentativa de purificar o planeta natal dos templários das trevas da infestação dos zergs.

Inabalada com o fracasso da barricada, a União Terrestre invadiu a superfície de Braxis para aniquilar as forças remanescentes da Supremacia e transformou o lugar em uma fortaleza. Sob comando do Vice Almirante Alexei Stukov, Braxis se tornou base para a reconstrução do disruptor psiônico, um poderoso dispositivo capaz de embaralhar as transmissões psiônicas do Enxame. Ciente do potencial da máquina em fortalecer a União Terrestre na tentativa de conquistar o setor, Jim Raynor, o respeitado guerreiro protoss Fânix, Arcturus Mengsk e a Rainha das Lâminas, apesar das diferenças, juntaram suas forças para atacar Stukov. A força-tarefa composta por estes antigos oponentes foi capaz de destruir o disruptor e tal evento foi crucial para a queda da União Terrestre.

Com o final da Guerra das Castas, a força conjunta de zergs renegados e terranos tomou conta de Braxis antes do ataque protoss que incinerou a superfície do planeta. Além de extinguir toda a vida no planeta, a purificação protoss derreteu as vastas camadas de gelo do lugar e destruiu as antigas estruturas protoss e bases terranas da superfície. Com o ataque, o longo histórico de batalhas de Braxis chegou ao fim.

Nos anos que seguiram a purificação, o clima de Braxis cuidou de reconstituir sua paisagem original. Recentemente, a Supremacia voltou ao planeta para reconstruir as antigas bases. Apesar de não haver mais indícios de vida no local, as redes de comunicação informaram que a recolonização foi fruto de uma "valente" ação militar. Devido ao histórico de violência do planeta e seu clima nada amigável, ser destacado para trabalhar em Braxis é visto com maus olhos entre os militares da Supremacia. Como um veterano da Guerra das Castas disse uma vez, "se compararmos com Braxis, Char é um paraíso.”

Dados do PlanetaEditar

População: mais de 24 mil terranos

Fidelidade: Terranos da Supremacia

Diâmetro/Gravidade: 9,480 km; 0.82 do padrão

Inclinação Axial/Clima: 24.3 graus; +/- -60º Celsius, umidade muito baixa

Geografia/Assentamentos: 3 geleiras continentais, 43 cadeias de montanhas (4 vulcânicas), 4 oceanos (3 congelados); 1 grande acampamento terrano, 3 acampamentos terranos menores, 10 acampamentos menores protoss (destruídos), 2 templos antigos protoss (destruídos)

Lua: Edis (cinza escuro, tamanho moderado, >2,000 km de diâmetro)

Terreno Dominante: Gelo

Formas de Vida Dominantes: Terrano – Supremacia

Formas de Vida Indígena: Ursadon

Importações: Comida, equipamentos militares, pessoal

Exportações: Minérios refinados, gás vespeno

O conteúdo da comunidade está disponível sob CC-BY-SA salvo indicação em contrário.